O papel da China

Estamos sendo arrastados, como outros países, só que temos condições de aproveitar esta onda e fazermos grandes transformações. Estamos ingressando em um terceiro grande ciclo liderado pela China. O Ciclo Inglês teve, como a China, um problema de escassez de recursos.
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Em contrataste com a Inglaterra, os Estados Unidos são o império da abundância. Por outro lado, a América reage ao prenúncio de escassez do petróleo caminhando na direção do México e da Venezuela, e estes países reagem nacionalizando as suas reservas.
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Assim, a solução alternativa do governo norte-americano foi partir em direção ao Oriente Médio no intuito de enfrentar o problema.

A China, quando assume a liderança do crescimento asiático e mundial, recoloca o problema da escassez. Entretanto, as tecnologias podem diluir estes problemas. A mundialização do padrão norte-americano é uma impossibilidade física, a não ser que haja uma tecnologia disruptiva.
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A China não é apenas pressão sobre os recursos naturais.
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Ao mesmo tempo em que fez sua convergência em direção ao padrão de vida dos desenvolvidos, colocou em prática uma tecnologia própria, baseada em sua experiência.

A industrialização no molde Chinês implica a necessidade de soluções para a questão da escassez, levando-se em consideração o aspecto terra (recursos naturais), renda (acesso) e tecnologia (inovação).

A escassez se manifesta pela renda da terra.
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No terceiro ciclo a escassez é, sobretudo, mineral. A combinação de escassez com novas instituições que forçam a repartição da renda gera os chamados “bilhetes premiados” (por exemplo a escassez da receita do petróleo).

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O país, ao vender sua produção petrolífera no mercado internacional, perde parte do ativo em função da mudança na composição do portfólio. A exploração do petróleo fora da Opep é de mais da metade do total e cresce a uma taxa de 7% ao ano.

Outro problema é que a entrada de recursos, ao exceder as necessidades de financiamento do país, impacta (derrete) o câmbio. Tal fato introduz problemas graves de perda de compatibilidade de nossa pauta de exportações.

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Outra questão refere-se à distribuição dos recursos fiscais oriundo do incremento da produção.

No que diz respeito ao pré-sal, a questão é: uma vez descobertos os recursos, qual a velocidade ótima de extração? Esta velocidade necessita ser calibrada de acordo com cláusulas condicionantes. O nível de extração é um problema de troca.

O ideal é contar com as externalidades positivas que a produção petrolífera pode gerar e com o ambiente de empreendedorismo a se expandir. O que colocar no lugar do óleo que se retira e a velocidade de extração dependem da capacidade de financiar projetos de desenvolvimento. Em países petroleiros, a função do Estado é mediar entre as multinacionais que compram e a população que recebe os benefícios da indenização dos royalties.

Um ponto importante é: devemos converter petróleo em quê?

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Portanto, o outro ativo deve ser melhor para justificar a retirada do óleo. O aumento do investimento do petróleo é mais fácil do que em outros setores. Além do mais, a estrutura industrial é muito sofisticada.

Concluindo, as duas qualidades do nosso país nesse terceiro ciclo de escassez são: a quantidade respeitável de recursos naturais e uma massa populacional chegando ao mercado consumidor. Em tese, o governo brasileiro não precisa derramar recursos fiscais para “comprar o povo”, dado que, a democracia está consolidada e o aparato social está em expansão.

* Economista, mestrando do PPED no Instituto de Economia da UFRJ.

Fonte: Estadão

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