Este artigo, que publiquei em 1994 na revista Prefeitura Municipal, da mesma editora que edita O Empreiteiro, é reproduzido aqui, com as devidas adequações, para mostrar a atualidade do tema e das discussões em torno da Lei 8.666/93.
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Retomada do crescimento com prioridade para a infraestrutura
Ofrustrante resultado do PIB no primeiro trimestre, os indicadores preliminares de desempenho semelhante no segundo e o risco de que ao longo do ano tenhamos taxa equivalente à de 2011
O presente e o futuro das obras públicas no RS
As perspectivas do mercado gaúcho de obras de construção pesada, saneamento e irrigação são animadoras. Embora o encerramento das concessões rodoviárias estaduais esteja previsto para 2013
Sinal de alerta para o saneamento básico
Ainfraestrutura entrou definitivamente em pauta devido à proximidade da Copa do Mundo e às condições precárias flagradas nas cidades-sede, que devem receber um contingente turístico jamais visto.
Excesso de carga provoca danos graves
Há hoje um claro consenso de que o Brasil precisa ampliar e melhorar seu sistema rodoviário, o menor entre as dez maiores economias mundiais em relação à área territorial.
Aditivos de contrato e preço final dos investimentos
Como atender às exigências crescentes de mobilidade, energia, saneamento básico, comunicação, urbanização, habitação e outras?
Rio+20: o manifesto da contraindignação
“Amelhor maneira que temos de tornar possível amanhã alguma coisa que não é possível de ser feita hoje, é fazer hoje aquilo que hoje pode ser feito.
A desindustrialização e a mobilidade urbana
Uma das maiores preocupações que vem atingindo as indústrias de transformação no País chama-se desindustrialização.
Impostos e encargos são 50% da conta final para consumidor
OBrasil é hoje o principalplayerdo setor energético latino-americano. As novas descobertas para a exploração de óleo e gás natural, o volume de energia produzida por seu parque gerador
RDC, a resposta do governo à falta de planejamento
Ao ser lançado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva, no início de 2007, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tinha como meta investir R$ 510 bilhões em infraestrutura.
